28 de janeiro de 2010

Pena de morte, sim ou não????

Existem crimes que para mim não têm perdão, e por isso sim, sou a favor da prisão perpétua e sim, sou a favor da pena de morte.
Sei que a maioria das pessoas não concorda com esta minha posição, mas é a minha e tenho direito a ela.
Não acredito na reabilitação duma pessoa que diz se sentir atraída sexualmente por uma criança, e que tem prazer com a mesma.
Não posso aceitar que um homem obrigue uma mulher a ter relações sexuais com ela, a traumatize para o resto da vida e apenas cumpre uns aninhos de prisão.
Não é possível que uma criatura tire a vida a uma mulher homem ou criança e ao fim de uns 5 anos a família da vitima o veja sentado numa esplanada a 5m da casa onde moram.
Não aceito, que por ter um curso superior, um criminoso fique numa prisão diferente dum homem que só tenha o 9º ano, a escolaridade nada tem a ver com isto, se o crime é o mesmo o tratamento também devia ser o mesmo.
E mais, quem está preso, deveria trabalhar para o bem da sociedade que não respeita, existem matas para serem limpas, estradas para serem feitas, não concordo com a vidinha que levam lá dentro.....
E para mim quem comete crimes contra animais também deveria ser punido, mais que não fosse com trabalho comunitário, e multas pesadas.
E tu, qual a tua opinião em relação a estes temas?

15 comentários:

EU SOU EU disse...

Bem realmente é uma opinião polémica... mas felizmente não estás sozinha nisso...também concordo ctg...em tudo...mas infelizmente é a realidade do país e maioritárimente do mundo onde vivemos...é chato tirarmos...uma vida...mas realmente existem crimes que só podiam ser julgados com essa pena...

dinona disse...

Bem... não me venham cá com coisas de direitos humanos porque cá para mim eu sou a favor da pena de morte.

Só acho é que antes de morrerem deveriam sofrer bastante e implorarem para morrer e só haviam de morrer quando bem me apetecesse.

omaiscomumdosmortais. disse...

ou contra a pena de morte seja qual for o crime cometido.
Citando Albert Camus, Prémio Nobel de Literatura em 1957, escritor e filósofo nascido na Argélia a 7 de Novembro de 1913. A pena capital é o mais premeditado dos assassinatos, ao qual não pode comparar-se nenhum acto criminoso, por mais calculado que seja. Pois, para que houvesse uma equivalência, a pena de morte teria de castigar um delinquente que tivesse avisado a sua vítima da data na qual lhe infligiria uma morte horrível, e que a partir desse momento a mantivesse sob sua guarda durante meses. Tal monstro não é encontrável na vida real. A pena capital é discriminatória pois, muitas vezes é usada de forma desproporcionada contra os pobres, minorias étnicas e religiosas atingindo inevitavelmente vítimas inocentes. Os prisioneiros executados não são necessariamente os piores, mas aqueles que eram demasiado pobres para contratar bons advogados ou que tiveram de enfrentar juízes mais duros. Temos um claro exemplo que foi o caso de Mirza Tahir Hussain, 36 anos, natural de Leeds, Inglaterra, que com apenas 18 anos estava a visitar o Paquistão, quando um motorista de táxi o terá tentado assaltar. Na luta que se seguiu, o motorista acabou por ser mortalmente ferido. O Tribunal Criminal declarou-o inocente, mas o Tribunal Federal Shariat (religioso) condenou-o à morte em 1988. Tahir, passou então 18 anos, metade da sua vida, no corredor da morte, tendo sido libertado deste, pelo presidente do Paquistão que comutou a sua pena para pena de prisão perpétua, mas como já tinha cumprido 18 anos de prisão com bom comportamento, Tahir saiu em liberdade em meados de Novembro de 2006.
Esta punição é passível de erro, pois nenhum sistema é, nem será, capaz de decidir com justiça, com consistência e sem falhas quem deverá viver e quem deverá morrer. Considerada também, como arma política, isto é, como repressão política, uma forma de calar para sempre os adversários políticos.

Na minha opinião pessoal “A pena capital (pena de morte) é uma das mais controvertidas questões dos nossos dias, ou seja, a de saber se a sociedade tem o direito de privar da vida mesmo sendo um criminoso. Aplicada em quase todas as civilizações ao longo da História como forma de punição de crimes, encontra actualmente um enquadramento legal e sociológico bastante diferente. A pena de morte, além de violar o direito à vida assegurado pela Declaração Universal dos Direitos do Homem é também um castigo cruel, desumano, degradante, incompatível com as normas de comportamento civilizado e não é a solução para a redução de crimes, negando assim por sua vez o princípio da reabilitação. Diria mais, não estaríamos a voltar à velha máxima “olho por olho, dente por dente?

Sara* disse...

omaiscomumdosmortais: normalmente nao comento os comentários, mas este tenho de dizer umas coisinhas,
Quando dizes que a pena de morte viola os direitos humnos e é cruel.... como classificas então um homicidio ou uma violação, ou mesmo um homen abusar sexualmente dum bebe ou duma ciança?????
Isso não é violar os direitos humanos, isso não é cruel??
Se ele não os respeita, então ta,bém não os pode invocar em sua defesa certo?
Em relação a alguns inocentes irem parar a prisão, tens razão, mas eu não digo que a pena de morte seja para todos os crimes, mas sim para aqueles em que não se tenha duvidas do culpado e que tenha cometido crimes que justifiquem tal pena.
Mas é como te digo, cada um tem direito a sua opinião.

omaiscomumdosmortais. disse...

Sara para já quero dizer-te que respeito incondiciomalmente o que pensas acerca deste ou outros assuntos.
Se me é permitido gostaria de citar aqui uma frase de Eugénio Mussak e que utilizo em várias situações.
“Somos sociais não apenas porque dependemos de outros para viver, mas porque os outros influenciam na maneira como convivemos com nós mesmos e com aquilo que fazemos”.

O teu texto faz alusão a crimes tão hediondos que só a pena de morte os pode resolver, este também é o pensamento de vários Estados que continuam a praticar a pena de morte como referi anteriormente. No entanto,continuo a defender e ninguem me consegue demover. Defendo que ninguém tem o direito de privar o outro da vida. A execução retira a vida de um prisioneiro para prevenir eventuais crimes futuros, crimes que nem se sabe se voltariam a acontecer. Infelizmente não é o caminho mais plausível para a diminuição de crimes, pois como vemos os índices de criminalidade nos Estados Unidos continuam a aumentar, apesar de se aplicar a pena de morte. Defendo sim, uma possível prisão perpétua, possuindo esta suficiente poder de coerção da criminalidade, oferecendo além disto a vantagem da plena recuperação do criminoso. Digo mais, que aquele que é condenado à pena de morte, é condenado precisamente porque cometeu um crime, então, aceitarmos que essa pessoa seja condenada, não é também aceitar a prática de um outro crime?

A pena de morte impede a reabilitação, porque ela garante que os condenados não repetirão crimes que os levaram à execução, mas, ao contrário das penas de prisão, a pena de morte tem como risco o facto de os erros judiciais não poderem ser corrigidos. Haverá sempre o risco de executar inocentes. É impossível saber se os que foram executados iriam realmente repetir os crimes pelos quais foram condenados. Se a pena de prisão não garante que os condenados voltem a praticar os mesmos crimes depois de libertados, então é necessário rever as sentenças. Violadora do direito à vida, já que os direitos humanos são inalienáveis, isto é, são direitos de todos os indivíduos independentemente do seu estatuto, etnia, religião ou origem. Não podem ser retirados, quaisquer que sejam os crimes que eventualmente determinada pessoa tenha cometido.

Passo a citar, um pensamento célebre de Leon Tolstói que faz alusão sobre este tema em concreto. Quando vi a cabeça separar-se do tronco do condenado, caindo com sinistro ruído no cesto, compreendi, e não apenas com a razão, mas com todo o meu ser, que nenhuma teoria pode justificar tal acto.

Acredito que por ser um assunto tão controverso o mesmo não se esgote aqui, poderia dar centenas de exemplos mas não quero ser mais maçador

Carla disse...

Epa que assunto controverso.

Eu não sou a favor da pena de morte e concordo com tudo o que o mais comum dos mortais disse... aliás, faço dele as minhas palavras...

"digo mais, que aquele que é condenado à pena de morte, é condenado precisamente porque cometeu um crime, então, aceitarmos que essa pessoa seja condenada, não é também aceitar a prática de um outro crime?"

"Haverá sempre o risco de executar inocentes"

Mas lá está, são opiniões e todos temos direito a ter a nossa felizmente :)

Saltos Altos Vermelhos disse...

ok! acham a pena de morte radical e assim uma pequena tortura? Sofrerem o que as vitimas sofreram! Aí sim, não era nada mal!

Bosque das Fadas disse...

Olá Sara,

Obrigada pelas tuas palavras e desejo que realizes o teu sonho de ser mãe porque não há nada comparável acredita:).
Bom fim de semana.

Beijinhos,
Xana

Petra Pink disse...

só podia ser uma sara a dizer isto.
Concordo e assino sara tou farta de panos quentes
pena de morte e torturas bem fortes para esses porcos imundos essas bestas humanas que ao violar matar ferir roubar com recurso a violència extrema... traumatizam e desfalcam familias inteiras ja nem falando do sofrimento atrós que permanece nas vítimas por toda a vida.
que os matem de uma vez.
e alguns lentamente.

Galo disse...

Sou contra a pena de morte, porque acho que esses cabrões nem a morte merecem.
Pendurados pelos pés, até ficarem secos como bacalhaus.
Para outros crimes, tenho a mesma "receita" que tu. Trabalhar do nascer ao pôr do sol e por cada reclamação, uns dias de chicote todas as manhãs, que era para quebrar a vontade de espingardar.
Cometem os crimes e depois ainda querem ter direitos.
Eu dáva-lhes os direitos. Iam direitos às matas, bem cedinho, e porrada naquele lombo, a ver se aprendiam que os outros também têm direitos.

Beijo

Just Me...S disse...

Miuda...assino por baixo!!!!!!

Tema polemico sem duvida, mas eu sempre fui a favor da prisão perpetua e da pena de morte. Assassinos, violadores...não fazem cá falta nenhuma!!!

E olha que sou conhecida por ser bem doce :))

Beijoca doce

Pinkk Candy disse...

Eu concordo com tudo, tudinho!

MAS,,,cá em Portugal, não há pena de morte, nem tão pouco prisão perpétua, esta última então acho o cúmulo dos cúmulos de não existir!
fazem o que querem, e andam para aí soltos, com termo de identidade e residência, que grande palhaçada =/

XOXO

ricardo disse...

Tbm concordo com a pena de morte mas apenas qd se tem a certeza q essa pessoa cometeu crime passivel para isso, sou de acordo com a Sara, pois á crime q nao tem pena, nao tem reabilitação, nem perdão, e já agora pq perdão por um individuo q mata, viola, estripa, etc?? pq uma pena de 10 ou 15 anos, a justiça é branda se tivesse punho forte de certeza q certos e determinados crimes nao aconteciam, houve aki alguem q falou dos eua, mas kerem comparar os eua com portugal?? é q nem tem comparação possivel, em todos os aspectos, população, raças, tudo, aki em portugal para mim o grande problema prende-se com a justiça q é lenta e pouco eficaz, e sou de acordo com essa expressão, olho por olho , dente por dente...

Emídio disse...

Caríssima Sara, tema polémico este, só deu para comentar hoje...
De facto concordo contigo em quase tudo, excepto na pena de morte e porquê?? perguntam os blogóticos, porque a morte era um castigo demasiado brando para qualquer crime que tenham cometido, mas sim, prisão perpétua com direito a serviços comunitários.
Direitos dos presos????? mas que merda é esta?? esses Filhos da Puta (desculpem o termo) cometem crimes e ainda querem ter DIREITO a televisão na cela?? Playstation?? Fodasse (desculpem mais uma vez, mas fico "lixado" com F grande quando penso nisto) eles deviam era dormir em cima de uma cama de arame farpado, levantar cedinho e trabalhar 16 horas por dia para justificar a comida que comem, a luz que gastam, a lavagem das roupas e o pagamento dos guardas que são precisos para vigiar esses selvagens.
Tantas matas para limpar, estradas para arranjar, hospitais e escolas para construir e/ou renovar, etc. Tanta coisa que este país precisa que seja feita e eu ainda tenho que andar a fazer descontos para esses merdas ainda tenham DIREITOS, eles deviam era ter DEVERES para com a Sociedade que tanto prezam em destruir.

Tenho dito... Mais uma vez desculpem os termos

Zilda disse...

a minha professora mepergutou a morte existe sim ou nao ai eu nao sabia o que fala o que que eu fala para ela