8 de agosto de 2013

Fechar e deitar fora a chave podia ser uma solução



Existem alguns temas polémicos que acabam sempre em discussão, por vezes até acesa, quando discutidos dentro de grupos de amigos, conversas simples ou mesmo debates de televisão, temas que causam discórdia e que cada um defende a sua opinião a todo o custo.

Hoje escrevo sobre um desses temas, pena de morte e prisão…

Eu sou da opinião que para alguns crimes, apenas a pena de morte é a pena mais justa, e que enquanto lá estão dentro podiam trabalhar para a sociedade, já que é essa mesma sociedade que os está a sustentar.

Depois dizem-me que não posso pensar assim, pois as pessoas têm direitos e que não podem ser obrigados a trabalhar bla bla bla…

Eu respeito a opinião de cada um, mas porque é que eu tenho de respeitar uma pessoa que não respeitou as nossas regras, nem os direitos da vitima?

Uma pessoa que mata, viola, rouba, não está a pensar no mal, nem nos traumas que está a causar ás vitimas, e atenção, toda uma família sofre (de maneiras diferentes como é óbvio) não só a vitima física do crime.

Julgo que em Portugal, já que a pena de morte choca muita gente, deveria existir a pena perpétua, e a castração química para violadores e pedófilos, as penas devem ser cumpridas até ao fim, e deveriam trabalhar enquanto lá estão, existem estradas para construir ou fazer manutenção, matas e praias para limpar.

Não imagino como deve ser, ver a nossa vida estagnada, presa, á espera dum determinado dia para voltar a fazer o que se quer, sem horários para tudo e mais alguma coisa, mas parece que para alguns isso não é um problema, pois acabam por lá voltar a bater com as costas.
A facilidade com que alguns tiram a vida ou outro, ou magoam outra pessoa é assustadora, parece que não sentem nada…. Durante algum tempo quis tirar Psicologia e quando me perguntavam que área gostava de me direccionar eu dizia sempre o mesmo, duas completamente opostas, ou prisional/criminal, ou infantil. Gostava de tentar perceber o que na minha óptica não tem explicação, pois uma doença (que muitas vezes é a desculpa utilizada pela defesa) não pode justificar os actos desumanos praticados por alguns seres que se dizem racionais.
Por um lado, ainda bem que não segui essa carreira, acho que não ia ter estômago para certas coisas e desde que fui mãe, ainda me tornei mais intolerante em relação a certos assuntos e temas.

já que andam com reformas na justiça, alguém que se lembre desta pasta.

1 comentário:

Vera, a Loira disse...

Eu estou contigo, se fazem deviam sofrer na mesma moeda.