9 de março de 2010

Brinquedos e jogos que eu gostava


Vinha eu hoje a caminho do trabalho com o sol a invadir o carro (que saudades de ficar encadeada por ele :) ), quando ouvi que a Barbie hoje completa 51 anos de idade.
Pessoalmente nunca achei muita piada a barbie, gostava muito mais das Tuchas da minha irmã e dos barriguitas, esses sim eram muito giros, os pinipon eram o máximo, e também gostava de brincar com playmobil com o meu irmão, mas sem dúvida o que gostava mais era de andar com o meu boneco (do genero do nenuco) de um lado para o outro , mais uma catrefada de coisas dele, roupas, biberons, carrinho, lolll para onde eu ia as tralhas do "bebé" iam comigo loll
Uma outra coisa que também gostava muito eram os tachinhos e as chávenas pires, colheres e todo o set de cozinha de brincar que eu tinha, era giro (mas era tanta coisa que depois custava a arrumar loll), na minha altura não existia muito a comida de plástico como as miúdas têm agora, tínhamos de dar largas a imaginação.
Quando o tempo estava bom, brincar na rua era o melhor que havia, jogar a cirumba, ao 35, ao mata, as escondidas (que saudades de gritar "arrebenta a bolha" quando alguém saia do perímetro delimitado).
Andar de bicicleta, Skate, ou patins também era uma boa opção, na praceta onde cresci éramos para ai uns 10 que estávamos sempre a brincar juntos.
Quando o tempo não era o melhor ou nos juntava-mos todos na casa de alguém a ver filmes ou a jogar alguma coisa, ou brincávamos no prédio, corridas de elevador (uns de escadas e outros de elevador a ver quem chegava primeiro do 8º ao R/c), ou no all do prédio na paródia.
Os tempos eram outros, hoje em dia as crianças já não brincam na rua, passam o dia em frente a TV e a jogar com consolas.
E tu ao que brincavas quando eras pikeno/a?

7 comentários:

Petra Pink disse...

eu brincava ao esconde-esconde, aos médicos, aos festivais de música.
la na aldeia tinhamos um clube de amigos, onde organizavamos festas e convidavamos o pessoal da escola, fazia-se piqueniques "q saudades" iamos para o monte em busca de palcos de antigas lendas, apanhavam-se frutos da época...
Cresci numa aldeia e tudo isto era possível.
que saudades.

Nocas disse...

Os fins semana eram passados em casa dos meus avós paternos onde brincava com a minha nenuca, o conjunto de cozinha, como tu dizes não havia a comida de plástico então pedia à minha avó batatas e cenouras e fazia assim as refeições da boneca.
Tb costumava brincar às empresas (LOOOOOL). Isto quando tinha que ficar em casa devido ao frio ou chuva. Na rua, brincava ao elástico, às escondidas, às lojas (até as pedras da calçada vendíamos :D)
Em minha casa, jogava à bola com os meus vizinhos (1 rapariga e 4 rapazes - lool), andávamos de bicicleta, em casa eu e a outra rapariga brincávamos aos professores, com os pinipons, víamos desenhos animados..
Os dias de verão eram passados na piscina municipal ou no tanque no quintal dos meus avós :) as noites na rua na conversa.
S-A-U-D-A-D-E-S desses tempos ... infelizmente a minha bolinha de sabão não vai ter uma infância assim!!

Bloguótico disse...

No meu caso, quem me tirasse um carrinho telecomandado tirava-me quase tudo...

... demorei foi algum tempo até conseguir que me oferecessem um! :D

edmundo disse...

Carrinhos de esferas (rolamentos), isso é que era, com pedaços de pneus para travar se não era um par de sapatilhas a cada corrida.
Que saudades, além das brincadeiras triviais escondidas, mata etc.....

Galo disse...

Eu, primeiro, lá na santa terrinha, brincava com bicharada que apanhava, fazia buracos no chão e enchia-os de carochas, a fingir que eram bois numa arena. Até aos 8 anos vivia numa fazenda e a casa mais próxima ficava a um quilómetro.
Depois de vir para Lisboa, comecei logo a trabalhar (tinha 11 anos) e juntava-se a miudagem toda, das lojas da baixa e brincávamos no Rossio, à apanhada, ao polícia, à barra do lenço... como tínhamos 2 horas para o almoço, comíamos em 10 minutos e o resto era para brincar.
À noite, quando o tempo estava bom, ainda fazíamos desafios de futebol no relvado de sete rios, em frente ao Zoo (onde agora é o viaduto do eixo norte-sul), até aparecer a polícia e termos de "cavar" um pra cada lado eheheh.
Lembro-me de uma brincadeira que esteve em moda num certo verão. Arranjávamos um tubo de plástico (daqueles de passar fios eléctricos) com cerca de 50 cm, enrolávamos papelinhos (como que para embrulhar castanhas assadas, mas mais pequenos), metíamos no tubo e soprávamos (como as zarabatanas dos índios da Amazónia) e mandávamos aos carros ou pelas janelas abertas dos vizinhos.
Brinquedos comprados é que nunca tive. Tive um carro de bombeiros de plástico que comprei com uma nota de 20 escudos que achei. Custou 12 escudos e ainda fiquei com 8 escudos para a minha mãe comprar qualquer coisa para a minha irmã.
Por isso é que mesmo depois de adulto gostava de brincar e pregar partidas. E ainda gosto eheheh.

Beijinhos.

Vandinha disse...

A minha infância foi pouco rodeada de brinquedos. Vivia com os meus avós e eles não tinham grandes posses. Tive pouco mais que uma boneca Cindy, alguns Pequenos Poneis, Barriguitas e também alguns Pinipons e Legos.

Quando cresci, passei a andar de Patins em Linha e Bicicleta pelo Bairro porque a minha avó não me deixava andar sozinha na rua... ela tinha sempre que ter o olho em cima de mim!

P.S. Amanhã, 5ª feira, regressa o Flashfoward ao AXN!!!!!!!!!!!! YUPI!!!!!

Joana Aguiar disse...

Bom dia.
O meu nome Joana Aguiar e sou aluna de Doutoramento em Sociolinguística na Universidade do Minho. A minha tese intitula-se: "Mecanismos de conexão frásica: a importância dos factores externos" e visa observar de que forma os factores idade, escolaridade e género influenciam a utilização de estruturas de coordenação e subordinação em textos escritos. Para tal, estou a recolher alguns textos da blogosfera e preciso da sua autorização para utilizar os seguintes textos:
Brinquedos e jogos que eu gostava
Se não é teu, não mexas
Crianças em segurança
O objectivo é codificar cada oração para, em conjunto com outros textos, fazer uma análise sociolinguística, não é analisar a capacidade de escrita, nem o conteúdo. Os textos foram escolhidos pela sua extensão. No caso de permitir a sua utilização, pedia-lhe, também, que me confirmassem os seguintes dados:
Intervalo etário: 20- 45 anos
Habilitações literárias: Ensino básico / Secundário/ Superior
Muito obrigada e parabéns pelo blogue,
Joana Aguiar
sociolinguisticando.blogspot.com